A segurança é a razão de ser dos condomínios. Ninguém se disporia a morar em um ambiente isolado do restante da cidade se a ideia não fosse ter mais tranquilidade para cuidar de sua família e de seu patrimônio.
Mas muitos erros na segurança de condomínios podem por tudo a perder.
Quem mora em um edifício residencial ou em um loteamento fechado sabe que o quesito segurança é tema recorrente nas assembleias de condomínio.
Por isso, separamos as pautas mais frequentes dessas reuniões para responder à seguinte questão: quais são os erros mais comuns na segurança em condomínios e o que fazer para evitá-los?
Se tem um assunto que tira o morador do seu juízo é a falta de controle de acesso para pessoas não autorizadas.
Se a portaria não faz qualquer tipo de triagem e os cidadãos sem permissão acessam o local sem dificuldades, o morador com certeza vai se queixar.
A solução passa por um eficiente sistema de controle de acesso, com a escolha dos dispositivos corretos (veja a relação abaixo).
Esse é outro problema, que reside na linha oposta ao anterior.
Se o morador demora demais para entrar em sua casa ou se as visitas são constrangidas com tempo excessivo para se identificar, pode ter certeza que esse assunto estará na assembleia.
Os controles de acesso têm que reunir eficiência com agilidade, sem dificultar a vida de ninguém.
Equipamentos mais modernos têm métodos únicos e irrepetíveis de identificação, além de permitir meios complementares de identificação. Se a biometria falha, é possível digitar senhas, por exemplo.
O dono do apartamento só entra na garagem com suas digitais, mas pode dirigir qualquer carro?
Pauta para a assembleia!
Sem controle para os veículos, o morador pode colocar vários carros na garagem, burlando as regras do condomínio.
O controlador com antena UHF e a TAG veicular, semelhante ao que é adotado em pedágios, acaba com esse problema de uma vez.
Não há controle para acesso às piscinas e à academia?
Visitantes podem frequentar os mesmos espaços que os moradores, sem a permissão prévia?
Então talvez seja o caso de instalar dispositivos de controle em ambientes de acesso restrito.
Essa questão é muito comum e normalmente está associada ao excesso de câmeras de vigilância.
O correto é estabelecer essa distribuição de acordo com um inteligente projeto de engenharia de segurança, colocando câmeras apenas em áreas comuns.
Onde houver qualquer risco de dano à privacidade, como nas proximidades de piscina, é preferível que um guarda da ronda interna faça monitoramentos periódicos e rápidos.
É claro que há muitos outros problemas na segurança de condomínios: falta de manutenção de cercas vivas e/ou elétricas, descontrole na sala de encomendas, acessos permissivos aos fins de semana, entre outros pontos.
Como mencionado, um bom modelo de controle de acesso acaba com boa parte disso.
Os controladores da Control iD são os mais indicados do mercado, adotados em condomínios de todo o país.
Com múltiplas formas de identificação (biometria, cartão de proximidade, senhas, reconhecimento facial), os dispositivos funcionam alinhados com cancelas, catracas, torniquetes e clausuras e acessórios como botoeiras e interfones.
O controlador com leitor UHF faz o controle veicular e o software permite o gerenciamento das permissões personalizadas a distância.
Conheça melhor a linha aqui e elimine essas pautas desagradáveis da reunião de condomínio!
Este post foi modificado em 16/04/2021
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